Na clínica Danielle Rocha a nossa vocação é atender cada paciente com Pré-Diabetes, Diabetes Tipo 1 e 2 de forma personalizada, exatamente como ele é, Único.

 

 Você sabia que uma glicemia desequilibrada em diabéticos, mesmo tendo uma alimentação balanceada pode estar associada a forma de preparo dos alimentos, alimentos que são considerados saudáveis porém impedem a insulina de exercer seu efeito entre outros?

 

Quem é a Dra Danielle Rocha?

Danielle Rocha é nutricionista funcional, escritora, palestrante e Fundadora da Clínica Danielle Rocha.

Possui mais de 10 anos de experiência em atendimentos clínicos, tem a nutrição como uma paixão de infância, por ser portadora de Diabetes Mellitus tipo I, tornando ela uma autoridade da nutrição no diabetes.

Seu foco de atuação é em emagrecimento, saúde, bem-estar, intolerâncias alimentares, desempenho físico, modulação nutricional e patologias como diabetes, câncer entre outras.

Esta entre as mais bem conceituadas em nutrição clínica da região Sul do país com mais de 40 mil clientes de todo Brasil e partes do mundo.

De forma dinâmica, o conceito do tratamento foge das linhas tradicionais utilizadas, para abordar e prevenir, de maneira humanizada, focada em cada indivíduo, complexas disfunções crônicas que geram malefícios à saúde.

A proposta da reeducação alimentar funcional é baseada numa dieta anti-inflamatória. Quando estamos inflamados temos dificuldade de perder peso, o intestino não funciona aparecem as celulites, aumenta o colesterol, aumenta estresse e por aí vai, um desequilíbrio global.

 

A importaria da nutrição no tratamento no diabetes.

A primeira consulta com o nutricionista, deve ocorrer logo após a consulta com o médico que fez o diagnóstico de diabetes. Assim, toda a ansiedade em relação à alimentação vai ser atenuada e mais rapidamente haverá melhora da glicemia e qualidade de vida.

Lembrando que o único profissional capacitado e autorizado a elaborar o planejamento alimentar é o nutricionista pois ele leva em conta toda funcionalidade e interação entre organismo e os alimentos.

 

Tratamento

Com mais de 23 anos sendo portadora de Diabetes Mellitus tipo 1 e 10 anos de experiência em atendimento clínico ultrapassando a casa de 40 mil consultas realizadas a Dra. Danielle Rocha é autoridade no tratamento nutricional para diabéticos.

Usando métodos estratégicos baseados no quebra cabeça que é o organismo.

Levando em consideração todo um conjunto que esta envolvido no controle glicêmico como sono, stress, toxinas, deficiências nutricionais, genes, hormônios, alimentos saudáveis porém não adequados, forma de preparo dos alimentos, hábitos de vida entre outros.

Usando estratégias para manter a glicemia estável sem fazer uso abusivo de insulinas e medicamentos que em excesso e a longo prazo  podem comprometer a saúde.

 

Tipos de Diabetes

Você conhece o famoso pâncreas?

O pâncreas é um órgão localizado atrás do estômago que produz alguns hormônios importantes para nosso sistema digestivo. Em condições rotineiras, quando o nível de glicose no sangue sobe, células especiais, chamadas células beta, produzem insulina. Assim, de acordo com as necessidades do organismo no momento, é possível determinar se essa glicose vai ser utilizada como combustível para as atividades do corpo ou será armazenada como reserva, em forma de gordura.

Isso faz com que o nível de glicose (ou taxa de glicemia) no sangue volte ao normal.

O que é Diabetes Tipo 1?

Em algumas pessoas, o sistema imunológico ataca equivocadamente as células beta. Logo, pouca ou nenhuma insulina é liberada para o corpo. Como resultado, a glicose fica no sangue, em vez de ser usada como energia. Esse é o processo que caracteriza o Tipo 1 de diabetes, que concentra entre 5 e 10% do total de pessoas com a doença.

O Tipo 1 aparece geralmente na infância ou adolescência, mas pode ser diagnosticado em adultos também. Essa variedade é sempre tratada com insulina, medicamentos, planejamento alimentar e atividades físicas, para ajudar a controlar o nível de glicose no sangue.

O que é Diabetes Tipo 2?

O Tipo 2 aparece quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz; ou não produz insulina suficiente para controla a taxa de glicemia.

Cerca de 90% das pessoas com diabetes têm o Tipo 2. Ele se manifesta mais frequentemente em adultos, mas crianças também podem apresentar. Dependendo da gravidade, ele pode ser controlado com atividade física e planejamento alimentar. Em outros casos, exige o uso de insulina e/ou outros medicamentos para controlar a glicose.

Diabetes Gestacional

O que é?

Durante a gravidez, para permitir o desenvolvimento do bebê, a mulher passa por mudan-ças em seu equilíbrio hormonal. A placenta, por exemplo, é uma fonte importante de hor-mônios que reduzem a ação da insulina, responsável pela captação e utilização da glico-se pelo corpo. O pâncreas, consequentemente, aumenta a produção de insulina para compensar este quadro.

Em algumas mulheres, entretanto, este processo não ocorre e elas desenvolvem um quadro de diabetes gestacional, caracterizado pelo aumento do nível de glicose no sangue. Quando o bebê é exposto a grandes quantidades de glicose ainda no ambiente intrauterino, há maior risco de crescimento excessivo (macrossomia fetal) e, consequentemente, partos traumáticos, hipoglicemia neonatal e até de obesidade e diabetes na vida adulta.

Como eu percebo que estou com diabetes gestacional?

O diabetes gestacional pode ocorrer em qualquer mulher e nem sempre os sintomas são identificáveis. Por isso, recomenda-se que todas as gestantes pesquisem, a partir da 24ª semana de gravidez (início do 6º mês), como está a glicose em jejum e, mais importante ainda, a glicemia após estímulo da ingestão de glicose, o chamado teste oral de tolerância a glicose.

Quais são os fatores de risco?

  • Idade materna mais avançada;
  • Ganho de peso excessivo durante a gestação;
  • Sobrepeso ou obesidade;
  • Síndrome dos ovários policísticos;
  • História prévia de bebês grandes (mais de 4 kg) ou de diabetes gestacional;
  • História familiar de diabetes em parentes de 1º grau (pais e irmãos);
  • História de diabetes gestacional na mãe da gestante;
  • Hipertensão arterial na gestação;
  • Gestação múltipla (gravidez de gêmeos).

É possível controlar?

Sim. O controle do diabetes gestacional é feito, na maioria das vezes, com a orientação nutricional adequada. Para cada período da gravidez, uma quantidade certa de nutrientes. A prática de atividade física é outra medida de grande eficácia para redução dos níveis glicêmicos. A atividade deve ser feita somente depois de avaliada se existe alguma contraindicação, como por exemplo, risco de trabalho de parto prematuro.

Aquelas gestantes que não chegam a um controle adequado com dieta e atividade física têm indicação de associar uso de insulinoterapia. O uso da insulina é seguro durante a gestação. É importante destacar que a maioria das gestações complicadas pelo diabetes, quando tratadas de maneira adequada, terão excelente desfecho e os bebês nascerão saudáveis.

Cuidados

O histórico de diabetes gestacional é um importante fator de risco para desenvolvimento de Diabetes Tipo 2. Aproximadamente seis semanas após o parto, a mãe deve realizar um novo teste oral de tolerância a glicose, sem estar em uso de medicamentos antidiabéticos.

Uma ótima notícia é que o aleitamento materno pode reduzir o risco de desenvolvimento de diabetes após o parto. A alimentação balanceada e a prática regular de atividades físicas completam essa ‘fórmula infalível’. (SBD, 2015-2016)

 

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